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CondGest
Migração

Ninguém troca de programa a meio de um exercício por fé.

Por isso não pedimos que o faça. Traz-se o que já tem, correm-se os dois em paralelo durante um trimestre e só se muda a sério quando os saldos baterem ao cêntimo — do lado de lá e do lado de cá.

Como se faz

Quatro passos, e o terceiro é o que importa.

  1. Trazer o cadastro

    As frações com as permilagens e os titulares. Aceita-se Excel, CSV ou uma exportação do programa atual. Se o que tiver for a caderneta predial, também serve — o importador lê a folha e diz-lhe o que não entendeu antes de gravar qualquer coisa.

  2. Fixar a data de corte e os saldos

    Escolhe-se um dia. Tudo o que é anterior entra como saldo de abertura por fração; tudo o que é posterior passa a ser lançado aqui. Não se importam anos de histórico — importa-se a posição, que é o que tem de estar certo.

  3. Correr os dois em paralelo um trimestre

    Emite-se nos dois, lança-se nos dois e compara-se. Se ao fim de três meses os saldos de todas as frações baterem, a migração está provada. Se não baterem, descobre-se porquê antes de haver um condómino a receber um aviso errado.

  4. Desligar o antigo

    Fica um arquivo do que estava lá, e a partir desse dia há um só sítio onde as contas se fazem. Ajudamos a preparar a comunicação aos condóminos.

Honestidade

O que costuma dar trabalho.

Vale mais dizê-lo antes. Nenhuma migração de condomínios é indolor, e a dor está quase sempre nos mesmos três sítios.

  • Permilagens

    A soma não dá mil

    Acontece com frequência em prédios antigos, e às vezes o erro está no programa anterior e não no título. Verifica-se contra o título constitutivo antes de emitir a primeira quota.

  • Imputação

    Pagamentos sem saber a que encargo pertencem

    Muitos programas guardam só o saldo. Sem saber que pagamento pagou que encargo não se consegue responder ao artigo 1424.º-A. Reconstrói-se por ordem de vencimento, e fica registado que foi uma reconstrução.

  • Partes comuns

    Garagens, sótãos e o que ninguém sabe de quem é

    Um corpo de garagens separado, com telhado corrido e portas individuais, não se reparte como o prédio principal. É preciso ler o título — e é aqui que damos mais apoio, porque é onde os programas antigos simplesmente desistiram.

De onde se vem

O que já importámos.

Não há formato mágico: há um importador que lê folhas de cálculo e mostra o que percebeu antes de gravar. Estes são os pontos de partida mais comuns.

Folhas de cálculo

Excel ou CSV, uma folha por prédio ou tudo numa. O caso mais comum, e o mais simples.

Outro programa de condomínios

Se exportar para Excel ou CSV, entra. Se só imprimir para PDF, pedimos os mapas de frações e de saldos e tratamos disso.

Caderneta predial

Frações, tipologia e permilagens tiradas da caderneta, para quem está a começar de zero.

Base de dados

Se tiver acesso à base de dados do programa antigo, tratamos disso. Foi assim que migrámos o nosso primeiro condomínio.

Mande-nos o que tem.

Dizemos-lhe o que dá para importar e o que vai dar trabalho, antes de assinar coisa nenhuma.